Por amor à Julinha… – Gizelle Gelinsky
Por amor à Julinha…

Por amor à Julinha…

Por amor à Julinha…

Pai, mesmo com pouca idade, eu já percebo…

Percebo quando chegas em casa cansado do trabalho.

Vejo no seu rosto, pai, mas sei que vences as batalhas por minha causa (ele trabalha há 15 anos na área de Comércio Exterior aqui em Itajaí/SC. Começou na antiga Uniport, atual Time Log Agenciamentos, onde se encontra até hoje, no cargo de coordenador de conta).

Foi através da indicação de um amigo que meu pai entrou nesta área maluca, cheia de deadlines e pressão. Ele já morou nos EUA e conta que, após ter retornado de lá, veio o convite para ingressar no COMEX (como dizem). Achou interessante e não saiu desde então.

Casou-se com minha mãe em setembro de 2009 e, depois que eu nasci, as coisas complicaram um pouco mais. “Antes tínhamos liberdade de horários, hoje temos que correr para casa para pegar você na creche, dormir com horário marcado, acordar muito mais cedo, agendar horários e dias para sair ou trabalhar”, ele comenta. Mas não pensem que ele vê isso como dificuldade, não! Ele fala: “É um novo desafio”.

Ele abriu mão de muitas coisas por mim. Uma delas, algo que ele amava muito e dava até uma segunda renda era o trabalho de DJ. Conhecido na região como DJ Mosca, possuía um aparato eletrônico de última geração e animava festas da empresa, amigos até que virou algo bem profissional. Mas, quando cheguei ele parou. “Vendi tudo para curtir você, minha amada filha. Visualizei que estar em família me rende mais que o segundo trabalho”.

Isso me dá um orgulho imenso, pai! Porque são as atitudes que demonstramos o quanto amamos alguém e você demonstra isso todos os dias, indo trabalhar, vencendo seus deadlines e até, abdicando de alguns sonhos, para estar comigo, vendo-me crescer e tentando participar ao máximo do meu desenvolvimento.

“Eu desejo para você, Julinha, o que todo pai deseja para os seus: Uma vida tranquila, com muita saúde. Quero lhe dar o melhor possível e estar ao seu lado em todos os momentos da sua vida, evitando ao máximo as dificuldades que a vida traz”.
JULIA2
* Julia Coppi Vigarani (1 ano e 3 meses de idade) para seu pai Pedro Carlos Vigarani (38 anos de idade).
** Esse texto foi produzido através de uma entrevista entre a assessora de imprensa Gizelle Gelinsky e o colaborador da Time Log Agenciamentos, Pedro Carlos Vigarani. É uma ficção, mas quando a Julia crescer, acreditamos que poderão muito bem, ser palavras dela, para homenagear não só o Pedro, mas todos os “Pedros”, pais das “Julias”. Não só da área do COMEX, mas de todas as áreas profissionais, que vencem os deadlines impostos no dia a dia, para dar o melhor para os seus.


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